Ricardo Alano - Ex-Despachante de Trânsito em Porto Alegre

 

Com início na atividade profissional em 1972, descreve que foi muito importante e de significado indescritível, ser despachante.
Desde o início teve a visão de estar com o Sindicato por necessidade e por entender que uma categoria não funciona sem o Sindicato. Uma entidade de classe é o Norte de qualquer atividade profissional. “Sozinhos, não somos ninguém” e é uma pena que nem todos pensem desta forma.
Um dos aprendizados que teve, desde quando era secretário do Sindicato, que quanto mais dificuldades e burocracias existirem, melhor para o despachante, porque senão as pessoas vão direto e fazem o serviço. 
Essa conversa de quem fala que a atividade de despachante vai acabar é quem tem uma visão errônea dos fatos ou tem a sua própria postura inadequada.
Um fato a comentar, quando da época da transição para o novo Detran, ele e mais dois despachantes de Porto Alegre, criaram o Centro de Documentação Veicular; Um projeto piloto que poderia ser usado, como referência, por todos os despachantes no Estado a fim de se unirem naquele período difícil e incerto. Mas, infelizmente, nem todos entenderam o projeto, como um modelo à continuidade de seus negócios, preferindo mudar de segmento ou fechar portas.
Ricardo Alano, não exerce mais a atividade profissional de despachante, mas o escritório em Porto Alegre, continua em família através de dois de seus filhos.

Maio/2012