Robinson Maciel Sene - Despachante de Trânsito em Porto Alegre

 

Por volta de 1967/68 começou a trabalhar como empregado do Despachante Xavier, que na época  era presidente da Associação de Despachantes. Alguns anos depois,  a convite do despachante Cláudio Zimermann, que era secretário da Associação, foi trabalhar em seu escritório, também como empregado. A partir de 1970, ano e que se casou, passou a ser despachante e, por indicação do próprio senhor Zimmermann, começou a trabalhar para uma loja de carros, mas auxiliando-o ainda por um tempo, com seus serviços.

Desde a criação do Sindicato, já foi tesoureiro, secretário e diretor social e entende que é importante participar. “Uma coisa é o presidente de uma entidade representar sua categoria, passando credibilidade; Outra coisa é uma pessoa se apresentar sozinha. Sempre havia parceria e pensavam em conjunto com o Sindicato; Dessa forma iam vencendo as barreiras, e os vários impasses na categoria” comenta o  despachante Robinson, citando como exemplo a fundação de placas.Lembra, também, que foi através do Sindicato que comprou seu primeiro computador no qual pagou em 24 vezes e, na época, não sabia nem como operar aquela máquina.Tudo que consegui na vida, foi em decorrência de seu trabalho como despachante. Pode sustentar a sua família e criar seus filhos que hoje estão formados e com situação definida.Hoje já tem tempo para se aposentar, se quisesse. Mas ainda não entrou com o pedido e não programou nada para o futuro, nesse sentido.

Para a nova geração de despachantes que adentra o mercado, sua sugestão é de que se unam ao Sindicato. Não é só dizer que a entidade não faz nada; Tem que atuar e participar! Mentalidade nova é importante para fazer a categoria crescer.

Abril/2012